E AGORA?

Você concorda que...

  1. A saída de um sistema não garante a produção da vida da igreja normal (Gl 1:6; 3:3) .
  2. As falhas das tentativas anteriores ou contemporâneas de viver a vida da igreja devem ser debatias e suas lições apreendidas para não se recair nos mesmos erros.
  3. Deixar um sistema nunca pode ser confundido com deixar de ter comunhão com os irmãos que lá se encontram (as ovelhas precisam entrar e sair do aprisco e ainda achar pastagem – João 10). Para tanto é necessário suportar os irmãos com amor e longanimidade (1 Pe 3:8,9; Ef 4:1-5)
  4. As grandes reuniões podem-se tornar meio de controlar os irmãos (1 Pe 5:2-3) ou forma de "padronizar" a igreja com normas ou doutrinas (At 15:1-5, 20,21; Gl 3:13; 4:8-10;5:1). A unidade de João 17 é totalmente diversas em natureza e extensão da uniformização humana que vemos nos dias atuais. É necessário cuidado!
  5. As pequenas reuniões, de caráter familiar, movidas pelo Espírito, sem liderança nem liturgia, são um excelente caminho para a vivência da vida da igreja normal (At 2:42). O Templo Santo com seus mercadores (Mt 21:12,13) precisa dar lugar às casas em Betânia (Mt 26:6-13, Jo 11:1,6)
  6. Deus levanta seus ministros (denominacionais ou não) para suprirem o Corpo e todos podem ser ajudados por eles, sem preconceito e com toda a humildade, retendo o que é bom (1 Co 12:27).
  7. Os ministros pertencem ao Corpo, mas o Corpo (ou congregação) não pode pertencer ao ministro (1 Co 3:4).
  8. Tudo o que o Senhor dá a um membro do Corpo deve ser distribuído e se tornar um benefício para todo o Corpo. Mas tudo o que não puder ser digerido pelo Corpo tem de ser deixado de lado, mesmo que momentaneamente, pois a edificação do Corpo é mais importante do que a edificação de um grupo (1 Co 8:13; 10:24; 14:26).

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