O Chamamento do Deus que desperta

O convite para ser o Corpo de Cristo, e não para "participar" de algo


Tornou-se mais e mais evidente para os Escolhidos de Deus, em todo o mundo, que a típica expressão conhecida como "igreja" tem sido influenciado pelo inimigo, e através da cultura mundana.

Nossa compreensão da expressão da "igreja", geração após geração, ao redor do mundo, tem sido levada a um caminho de superficialidade maquiavélica, orgulho, avareza, indiferença, morte, e uma infra-estrutura ismaelítica*.

Nas instituições de hoje, a qualidade do ensino e sermões por vezes é boa. Hesito depois de visitar muitas centenas de "serviços" de todas as denominações e de grupos "não-denominacionais", ao afirmar que "na maioria" delas, o ensino seja cheio de verdades. Mas, sem dúvida alguma, é muito bom.

Às vezes, o "momento do culto” é "encorajador" ou "inspirador". Precisamos acrescentar, porém, que a realização desses serviços têm, muitas vezes, obrigados a receber pessoas que levam a vida como "talentos" musicas, a despeito do fato de que eles podem ter pouca ou nenhuma relação real com Jesus. A ausência de regeneração ou sua vida terrena é muitas vezes ignorada, a fim de concretizar o nosso desejado final de culto com uma experiência maravilhosa para atrair grandes números.

Freqüentemente os "programas" das modernas assembléias religiosas têm sido orientados para objetivos "dignos", tais como alimentar a fome dos incrédulos, construir casas na Nicarágua, ou distribuindo panfletos aos transeuntes em uma área urbana. Muitos grupos têm uma formidável série de esforços criativos em curso, muitos ou a maioria das quais podem ser boas causas para as pessoas se envolverem. No entanto ... a qualidade de vida no dia-a-dia das pessoas nessas organizações é o que gostaríamos de tratar neste momento. ESTA é a VERDADEIRA forma de avaliar se os serviços que estão sendo desenvolvidos provêm realmente de Jesus.

A falta de aplicação diária da Palavra de Deus, através do sacerdócio recíproco dos crentes é cataclísmico. Na maioria dos grupos religiosos, apenas de 5% a 10% (número informado pelos "pastores") dos membros que servem aos demais efetivamente tentam viver juntos uns com os outros membros diariamente, como ordenou e demonstrou Jesus. E este número ainda é bastante preciso, mesmo com os grupos que adotaram em toda parte os programas de "células", os quais reconhecem a crise em vivem. Mesmo dentro destes grupos em células: as histórias surpreendentes de suicídios, incremento da pornografia escondida, o amor ao mundo, fofocas, falta de perdão, orgulho, a ambição, e superficialidade geral formam uma legião de testemunhos. Simplesmente diminuir o tamanho do grupo, "designando" um responsável menos experiente, substituindo os bancos e instalações do prédio por uma casa e um sofá....não alteram o seu DNA. Por esse caminho, fogem aqueles que saem da “religião institucional” pensando que assim “você não terá de prestar contas a ninguém, mas só para DEUS!” – esse caminho normalmente também traz decepções.

Prudência, sabedoria e a necessidade de aprender o caminho de Deus são necessários neste momento. Você não deve simplesmente sair de onde está e "iniciar um grupo" (que é a forma como os homens normalmente fazem) na esperança de encontrar algo mais do que a mágoa, confusão, divisão e um colossal desperdício de tempo e emoção. Pergunte à maioria das pessoas que tentaram isso! Vamos avançar com cuidado em questões tão delicadas e santas como a igreja de Jesus!

Aqueles que deixam de lado suas vidas para viver uns com os outros, para se envolver em casas alheias e locais de trabalho dos irmãos, para partilharem a mesma vida, juntamente as crianças, vivem em vulnerabilidade, “confessando os pecados uns aos outros", "suportando as cargas uns dos outros e assim cumprindo a Lei de Cristo", vivendo a uma vida de mutualidade na dependência do sacerdócio de que fala 1 Coríntios 12-13 ... esses são praticamente desconhecidos em congregações inteiras de crentes. E se tal congregação, como a Bíblia determina, vivesse dessa maneira, seria vista com desconfiança e seria chamada de algum nome.

No entanto, a tibieza e o fermento desenfreado entre a população em geral na maioria das congregações são proibidos por Deus. A insanidade da decepção e do culto à desilusão entre os adolescentes nessas organizações vão além das palavras. Eu poderia apresentá-lo para um grande número de pessoas que saíram das mais respeitadas congregações de vários lugares que eles poderiam confirmar a total devastação que tem ocorrido nos bastidores de suas congregações. Para explicar todas essas tragédias e fatalidades, e outras mais, alguns simplesmente repetem as palavras de Jesus: "Você conhece uma árvore pelos seus frutos" e "Sabedoria é justificada por todos os seus filhos." (Lc 7:35) Há (como centenas de milhares estão agora gritando nos picos das montanhas em todos os idiomas) algo fundamentalmente errado com o entendimento da expressão "igreja", como ela tem sido tão freqüentemente praticada nos últimos anos!

CONTUDO, ainda vale a pena dizer: em que pese a maioria das igrejas carregar algumas poucas preciosidades semelhantes à plena vida da igreja acerca da qual lemos na Bíblia (apesar do seu bom ensino, bons cultos e bons programas), muitos dos que participam energicamente das organizações hoje têm as mais elevadas motivações. Então, por quê ouvir o “chamado para despertar” agora? Porque não vimos tudo isso antes? Alguns gastaram gerações inteiras para ver com clareza. Mas a maioria deles foi matizarada, como Jesus predisse. Alguns foram martirizados fisicamente, outros o foram através de calúnia, difamação ou através de meios políticos. Alguns, por terem algo a perder, reprimiram os profetas de Deus em cada geração.

Porque as multidões estão cada vez mais numerosas e encorajadas a levantarem juntas suas vozes hoje? Talvez as duas testemunhas estejam prontas para se portar e a noiva esteja sentido que o tempo está curto para se preparar para a vinda do noivo. Talvez o Espírito e a Noiva estejam discernindo que o tempo de dizerem “VEM!” está chegando, mas vêem que ainda falta muita preparação.

Muitas vezes, temos sido hipnotizados pela quantidade de tradições da religião do mundo como nós o conhecemos (“está por todo o lado, e nós nunca o tínhamos percebido”... “mamãe e papai eram tão bons amigos. Eles amavam o Senhor. Como ocorreu esse problema?”) Nós fomos atraídos por homens religiosos através de recursos sentimentais e emocionais ("É tudo tão bonito, tão doce, tão comovente, tão calmante, tanta satisfação....". Permitimo-nos ser tão ameaçados e chantageados a fim de nos tornamos subservientes ao sistema (“Você não quer ir contra Deus, não é? Então não toque no ungido de Deus!”). Por vezes fomos seduzidos por promessas de ascensão no sistema (“Você poderá ser um líder um dia! Você tem uma verdadeira vocação e dom de Deus! Você poderá ter o seu próprio ministério um dia! Então trabalhe conosco aqui e você poderá realmente nos ajudar". Coisas do “pináculo do templo”, certamente.

Porém muitos de nós que temos nos envolvidos com igrejas típicas ao redor do mundo, “pessoalmente” ou não, temos tido somente as melhores intenções em servir nosso Messias ressurreto, Jesus. Temos legitimamente escolhido e tentado sem sucesso servi-Lo como uma relevante e bíblica expressão do Seu Corpo, a igreja local visível.

As boas novas: em um nível magnitude global, as coisas têm melhorado a cada dia. Muitas pessoas têm sido despertadas por toda parte pelo Espírito Santo e chamadas por Ele para que a vida de Jesus seja vivida diariamente fora da igreja local, refletindo Sua Glória, Sabedoria e Santidade. Apesar de recebermos cartas todos os dias, literalmente, nesta época do despertar, sem dúvida, temos recebido muito, muito mais do que podemos dar conta. As cartas que recebemos vêm de diferentes lugares e de muitos países e línguas e culturas, clamando para conhecer Jesus e saber sobre a vida cotidiana de seu Corpo na igreja local. Digo isto a você por um motivo. Muitas vezes as cartas ou telefonemas que recebemos são umedecidos com lágrimas: "estou tão feliz! Eu já passei minha vida inteira pensando que era louco. Penso que sou um agitador que simplesmente está à procura de perfeição, a qual eu nunca encontraria. Eu deveria simplesmente me contentar com as coisas como elas são ou tentar torná-las melhor. Mas eu não estou louco, e Deus quer edificar uma igreja que viva todos os dias a vida de Seu Filho!”


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